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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Viajar para uma base nuclear da União Soviética: como era destruir o mundo em apenas 22 minutos

Drew Scanlon apresentou uma das maiores ameaças na Terra: um silo onde um míssil apontado para Washington DC


você poderia sobreviver 45 dias em uma câmara subterrânea, depois de ter destruído o mundo? E se eu tivesse que viver com alguém assim? Comida enlatada; alguns lanches, incapazes de tomar banho, uma TV para assistir a qualquer programa e uma arma que pode ser fatal em um relacionamento forçado e incapaz de ser julgado. ¿Tentador? Em absoluto.

Isso era o que os militares projetou o regime soviético durante os anos da Guerra Fria, em que um conflito nuclear com os Estados Unidos era uma das hipóteses maior e mais sinistro que o mundo civilizado.

Drew Scanlon, produtor e diretor de pano Mapa, entrou em uma base atômica na Ucrânia abandonado e convertido em um museu e me senti em parte, de course- o que um operador Soviética tinha experimentado ao dirigir o "botão" nuclear famosa que destruiria o mundo, depois de receber os códigos secretos de Moscou.

O quartel de lançamento de mísseis visitados por Scanlon e apreendidos em 2000 está localizado na cidade da província de Pervomaisk de Kirovohrad e foi uma das bases mais importantes para o desenvolvimento de armas nucleares ao longo dos últimos 60 anos. Acompanhado por um homem identificado como Dimitri que explica cada detalhe da base, o protagonista do documentário traça os bunkers escondidos e lugar secreto, agora conhecido como Museu das Forças de Mísseis Estratégicos.


Durante o passeio, Dimitri a Scanlon ensina o que é o salão principal do complexo de mísseis. "A sala de destruir o mundo", explica ele, meio a sério, meio ironicamente. "Sente-se". Naquele tempo ele começa explicando como o lançamento do SS-24 "Scalpel" temível que poderia chegar ao coração dos Estados Unidos teria lugar. Com uma gama de 12.000 quilômetros, tornou-se a década de 1980 em uma das principais ameaças referidas pela União Soviética durante sua época de terror. Alguns anos mais tarde, a ditadura entraria em colapso.

Scanlon pressionado o botão "cinza". "Agora, você pode começar a contar vinte e dois minutos e destruíram Washington DC" confirma Dimitri. Outro funcionário do silo, não identificado no documentário, acrescenta: "Adeus, América". O protagonista, só pode lamentar: "Sinto muito", ele brinca.

O passeio continua com programas de tanques, armas, o resto dos silos, gruas de camiões e gigantes que transportam mísseis. bunkers subterrâneos ocultos também dispostos a resistir a um ataque nuclear. Uma viagem para uma base abandonada, mas em perfeito estado permitindo o dimensionamento da Guerra Fria tratava.

Infobae
 

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Oráculo - Superinteressante

O produto químico protetor solar divide-se em compostos tóxicos quando expostos ao sol e à água

"Com base nos experimentos, podemos concluir que um composto geralmente seguro se transforma na água e forma produtos mais perigosos", disse o químico Albert Lebedev.


Nova pesquisa sugere que um produto químico solar comum se divide em compostos tóxicos quando expostos ao sol e à água.

O composto isotomo-solúvel com avobenzona é apreciado por sua capacidade de absorver a luz ultravioleta. É comumente usado em protetores solares e outros cosméticos, incluindo bálsamos labiais e hidratantes. O composto de filtragem de UV converte os raios ultravioleta em comprimentos de onda mais seguros que não danificam a pele, transformando efetivamente a energia ultravioleta em energia térmica.

A Food and Drug Administration aprovou o uso de avobenzona, um derivado de dibenzoilmetano, em cosméticos comerciais em 1988. Quase 30 anos depois, novas pesquisas da Rússia sugerem que o composto poderia expor os usuários a produtos químicos tóxicos.

Em testes de laboratório, os pesquisadores mostraram avobenzona quebrando em produtos químicos potencialmente perigosos quando expostos à luz solar em uma solução de água - um cenário que joga fora da piscina na pele de milhões de pessoas todos os dias de verão.

Quando exposto à luz em uma solução de água clorada, a avobenzona quebrou em uma combinação de ácidos aromáticos, aldeídos, fenóis e acetilbenzenos, vários dos quais são altamente tóxicos.

"Com base nos experimentos, podemos concluir que um composto geralmente seguro se transforma na água e forma produtos mais perigosos", disse Albert Lebedev, químico da Universidade Estadual de Lomonosov Moscou, em um comunicado de imprensa. "Apesar do fato de que não existem perfis toxicológicos precisos para os produtos mais estabelecidos, sabe-se que acetil benzenos e fenóis, especialmente os chorinados, são bastante tóxicos".

Os pesquisadores usaram a espectrometria de cromatômetro para estudar os produtos químicos resultantes da quebra da avobenzona. Eles compartilharam os resultados de suas análises esta semana na revista Chemosphere.

"Estudar os produtos de transformação de qualquer cosméticos populares é muito importante, pois muitas vezes eles se tornam muito mais tóxicos e perigosos do que seus predecessores", disse Lebedev. "Em princípio, baseando-se em tais pesquisas, pode-se obter resultados, que poderiam restringir ou mesmo proibir o uso de um ou outro produto e preservar a saúde de milhões de pessoas".

Lebedev e seus colegas estão atualmente estudando a quebra de avobenzona em água do mar e água doce. Os pesquisadores sugerem que as condições de cloração e bromação, em lagos, oceanos e piscinas artificiais, podem promover um maior número de produtos potencialmente prejudiciais.

Brooks Hays - UPI

Os produtos químicos não regulamentados podem reduzir a recuperação do ozônio, sugere um novo estudo

"A presença de diclorometano crescente irá adicionar alguma incerteza às nossas previsões futuras de ozônio e clima", disse o pesquisador Martyn Chipperfield.


De acordo com novas pesquisas na Inglaterra, vários produtos químicos não regulamentados podem atrasar a recuperação do ozônio.

O esgotamento do ozônio na década de 1970 e 80 foi causado pela proliferação de clorofluorocarbonos, derivados de cloro usados ​​em latas de aerossóis, refrigeradores e muitos outros produtos e aparelhos. Após a passagem de 1987 do Protocolo de Montreal, o primeiro tratado ratificado por unanimidade por todos os membros das Nações Unidas, os CFCs foram quase totalmente eliminados.

Uma série de estudos recentes detalhou a recuperação lenta mas constante da camada de ozônio nas últimas três décadas, mas o último estudo sugere que há margem para melhorias.

Cientistas da Universidade de Lancaster dizem que as concentrações atmosféricas de diclorometano, uma substância que esgotamento de ozônio de curta duração, estão aumentando. O diclorometano não está regulado pelo Protocolo de Montreal.

"O diclorometano é um químico que esgota o ozônio que possui uma variedade de aplicações industriais", disse Ryan Hossaini, cientista ambiental de Lancaster, em um comunicado de imprensa. "Ao contrário dos CFCs e gases semelhantes de longa duração que são responsáveis ​​pela maior parte do esgotamento da camada de ozônio, o diclorometano tem uma vida útil curta, portanto, não foi controlado pelo Protocolo de Montreal. Apesar disso, o aumento da produção levou a um rápido aumento da sua concentração atmosférica ao longo da Década passada."

O aumento no diclorometano poderia contribuir para a perda de ozônio e atrasar a recuperação total do buraco de ozônio acima da Antártica. O buraco está programado para se recuperar completamente entre 2046 e 2057.

A data de recuperação pode ser adiada, alertam cientistas, porque o crescimento das concentrações atmosféricas de diclorometano continua a acelerar.

"Os aumentos observados para o diclorometano a partir de nossas medidas são impressionantes e inesperados, as concentrações diminuíram lentamente no final da década de 1990, mas desde o início dos anos 2000 aumentaram cerca de um fator de dois em sites em todo o globo", disse Stephen Montzka, pesquisador da NOAA.

Os pesquisadores não tem certeza exatamente o que explica as crescentes concentrações de diclorometano na atmosfera, mas o produto químico tornou-se um substituto popular para CFCs e HCFC que foram eliminados na sequência do Protocolo de Montreal.

Em seu novo artigo sobre a ameaça do diclorometano - publicado nesta semana na revista Nature Communications - os pesquisadores sugerem que os reguladores devem examinar mais de perto o diclorometano e seu potencial impacto na saúde do ozônio.

"Precisamos continuar monitorando a abundância atmosférica deste gás e determinando suas fontes. Atualmente, a recuperação de longo prazo da camada de ozônio dos efeitos de CFCs ainda está em trilha, mas a presença de diclorometano crescente irá adicionar alguma incerteza a Nossas previsões futuras de ozônio e clima ", disse Martyn Chipperfield, da Universidade de Leeds.

Brooks Hays - UPI
     

terça-feira, 27 de junho de 2017

O IMPERIO CONTRA ATACA

Temer contra-ataca e chama de 'ficção' denúncia da PGR Presidente disse que vê as acusações atribuídas a ele como "uma infâmia de natureza política", sem "fundamento jurídico"


O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira que a denúncia de corrupção passiva, feita contra ele na véspera pelo Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "é uma ficção", movida por interesses que pretendem "paralisar o país".

Em curta declaração à imprensa no Palácio do Planalto, o presidente disse que vê as acusações atribuídas a ele como "uma infâmia de natureza política", sem "fundamento jurídico".

"Querem parar o país, parar o Congresso", disse Temer. "Atingem a Presidência da República. Não é uma coisa qualquer", acrescentou, sendo aplaudido por dezenas de legisladores e assessores.

"Não fugirei das batalhas e nem das guerras que temos pela frente. Não me falta coragem para seguir com a reconstrução do país e a defesa da minha dignidade pessoal".

Temer tornou-se na segunda-feira o primeiro presidente em exercício da história do Brasil denunciado por um crime comum, em uma nova etapa da crise política que há pouco mais de um ano levou o Senado a destituir a presidente Dilma Rousseff por manipular contas públicas nas chamadas "pedaladas fiscais".

O procurador-geral da República denunciou Temer por crime de corrupção passiva por ter recebido, por intermédio do ex-deputado e assessor Rodrigo da Rocha Loures, propina no valor de R$ 500 mil de Joesley Batista, um dos donos da gigante da proteína animal JBS.

Janot afirma que o dinheiro era destinado a Temer, mas ele diz que a denúncia se baseia em suposições para justificar um generoso acordo de delação premiada, que os donos da JBS assinaram com a Justiça para atenuar suas penas.

"Onde estão as provas concretas de recebimento destes valores? Inexistem. Examinando a denúncia, percebo que reinventaram o Código Penal e incluíram uma nova categoria: a denúncia por ilação", reagiu o presidente em seu pronunciamento.

Após as declarações de Temer, o Ministério Público emitiu um comunicado para esclarecer que a denúncia apresentada por Janot "é pública e baseada em fartos elementos de prova", como relatórios da Polícia Federal, documentos, gravações e imagens "que não deixam dúvidas quanto ao material e à autoria do crime de corrupção passiva".

Para que a denúncia chegue a ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), dois terços dos deputados (342 dos 513) devem validá-la, algo que agora parece improvável devido à imensa maioria que o governo tem, além das dezenas de deputados citados ou investigados em casos de corrupção.

O presidente conseguiu manter até agora do seu lado seu principal aliado, o PSDB, mesmo após o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) declarar na segunda-feira que Temer realizaria um ato de grandeza se renunciasse e convocasse eleições antecipadas.

Se o caso for para o STF, Temer será suspenso do cargo por até 180 dias à espera da sentença dos juízes supremos. Se for declarado culpado, o Congresso deverá eleger um novo presidente no prazo de 30 dias para completar o mandato até o final de 2018.

Reformas no banho-maria

"Era uma denúncia esperada. Outras provavelmente virão. É grave para o presidente e para a política do pais, mas não muda o cenário de que Temer, ainda debilitado, possa obter na Câmara o número de votos suficientes para bloquear", observou o analista Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores.

Uma hora antes do fechamento, a Bolsa de São Paulo recuava 0,83% e o dólar era negociado a R$ 3,22 reais contra R$ 3,302 na segunda à noite.

Os empresários e o mundo financeiro apostaram fortemente em Temer para realizar as reformas necessárias para devolver a confiança aos investidores a fim de tirar a economia da pior recessão de sua história.

Mas a crise política colocou esta perspectiva em banho-maria.

"A denúncia torna improvável a aprovação da reforma previdenciária, a mais importante. Porém, o enfraquecimento de Temer torna improvável a aprovação da reforma da previdência, a mais importante. É um impasse: Temer não sai, mas não consegue aprovar a reforma", antecipou Ribeiro.

Os brasileiros assistem com uma indignação às vezes impotente o vendaval de denúncias que há três anos levou à prisão dezenas de políticos e empresários, em meio à pior recessão econômica do país, que gerou 14 milhões de desempregados (13,6%).

Várias centrais sindicais convocara greves e mobilizações para os próximos dias para denunciar os projetos de reforma em andamento, depois da greve geral de 28 de abril.

A denúncia de Janot se inscreve nas investigações por corrupção, organização criminosa e obstrução de Justiça contra o presidente.

Agence France-Presse - Diário de pernambuco

Tentando recuperar popularidade, governo investe em pacote de bondades

Na segunda-feira, Temer engavetou uso do FGTS no seguro-desemprego

"e o resto é conversa pra boi dormir"
BRASÍLIA - Com o pior índice de popularidade desde o governo Sarney, na década de 1980, o presidente Michel Temer decidiu, por ora, engavetar medidas de ajuste fiscal, como o uso do FGTS para reduzir despesas com seguro-desemprego, que vinha sendo estudada pelo Ministério do Planejamento. Apesar das dificuldades em fechar as contas públicas, o Palácio do Planalto quer focar em um pacote de bondades e lançar as medidas uma a uma, em atos solenes, na tentativa de impor uma agenda positiva.

Ontem mesmo, a Caixa informou que negocia empréstimos para estados e municípios, e o BNDES lançou um programa que facilita o crédito para pequenas e médias empresas.

Na quinta-feira, serão anunciadas 100 mil bolsas de estudo, dentro do Financiamento Estudantil (Fies), apesar do alto índice de inadimplência do programa — em torno de 40%. O Ministério da Educação informou que serão feitos ajustes no Fies para torná-lo sustentável. Também estão na fila o reajuste de 4,6% no Bolsa Família, com 1 ponto percentual de ganho real (acima da inflação) na folha que começa a ser paga no dia 18, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social. A medida vai beneficiar 13,2 milhões de famílias.

DO CARTÃO DE CRÉDITO AOS PRECATÓRIOS

Outra iniciativa é a liberação de R$ 1 bilhão para o Cartão Reforma, dinheiro da União a fundo perdido para custear reformas nas residências. Esses recursos foram incluídos no Avançar, que vai substituir o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O novo programa, que nada mais é do que o estabelecimento de prioridades para projetos a serem inaugurados até 2018, conforme definiu um técnico do governo, também será lançado com pompa.

Há também pressão da ala política por redução de tributos e correção da tabela do Imposto de Renda (IR). Mas, como as medidas somente terão impacto para os contribuintes em 2018, só deverão ser anunciadas no fim do ano.

Ontem, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou que a utilização dos recursos do Fundo para quitar as despesas do seguro-desemprego de quem for demitido por justa causa “não deve prosseguir” neste momento. Segundo ele, a medida estava em estudo pelo corpo técnico da equipe econômica e não havia atingido o nível ministerial. Meirelles chegou a confirmar que havia estudos nesse sentido sendo realizados pela área econômica do governo.

— O ponto concreto é que esse estudo nunca chegou a ser apresentado a nível ministerial. Eu não tinha ainda visto essa ideia. Não tinha chegado a mim ainda, esse estudo estava nas áreas técnicas de alguns ministérios e, na medida em que chegou a nosso conhecimento, certamente olhamos isso com maior atenção. Tive reunião hoje com o ministro Dyogo (Oliveira, do Planejamento) a respeito. À primeira vista, a avaliação preliminar é que não se justifica, de fato, essa medida neste momento — afirmou Meirelles.

A nova estratégia do Planalto, de mostrar que o governo não está parado, começou ontem, com a solenidade para sancionar o projeto que permite a cobrança de preços diferenciados para pagamentos à vista e no cartão de crédito. Temer aproveitou o evento para fazer uma defesa enfática do seu governo e dos seus ministros.

Amanhã, a programação da agenda do Planalto previa uma cerimônia para que o presidente sancionasse a lei que institui o direito de laje, que permite aos moradores terem matrículas diferentes para imóveis diferentes em uma mesma construção. Mas a medida foi embargada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou à Câmara dos Deputados analisar a matéria novamente, sob o argumento de que o texto fora alterado no Senado.

A equipe econômica torce o nariz para o pacote de bondades e alega que o governo não pode abrir mão nem de um centavo que seja para cumprir a meta fiscal deste ano, que prevê um déficit de R$ 139 bilhões. No último relatório bimestral de receitas e despesas, houve frustração de R$ 7 bilhões na arrecadação e aumento na despesa de R$ 3,7 bilhões, sobretudo com Previdência, abono, seguro-desemprego e benefícios assistenciais (Loas). Apesar disso, o governo liberou R$ 3 bilhões do Orçamento neste ano, ainda que R$ 39 bilhões permaneçam contingenciados.

Para fazer novos investimentos e mesmo afrouxar um pouco as despesas discricionárias (custeio com a máquina), o governo precisa fazer um novo descontingenciamento. O novo relatório bimestral de receitas e despesas (terceiro do ano, relativo a maio e junho) deve ser divulgado no dia 22 de julho.

Enquanto isso, o governo corre para destravar receitas extraordinárias, como, por exemplo, concluir a votação no Congresso do projeto que prevê a contabilização de precatórios (não procurados por ganhadores de ações judiciais contra a União), no valor de R$ 8 bilhões. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), pretende apresentar pedido de urgência, ainda hoje, para que a Casa aprove a medida esta semana. Como já passou pela Câmara, o governo poderá apropriar-se dos R$ 8 bilhões de uma só vez.

EQUIPE ECONÔMICA PREFERIA CORTES

A programação orçamentária deste ano prevê ainda mais R$ 3,6 bilhões em receitas adicionais com tributos nas concessões (portos, aeroportos, óleo e gás) e venda de ativos, como a Lotex (loteria Raspadinha da Caixa). Além disso, está prevista uma arrecadação extra de R$ 12 bilhões. Só que essas receitas dependem do crescimento da economia — estimado pelo governo em 0,5% —, ou seja, podem não se confirmar.

Se dependesse dos técnicos da equipe econômica, seriam cortadas até despesas obrigatórias no ano que vem. Segundo fontes ouvidas pelo GLOBO, um grupo de trabalho do Ministério do Planejamento já tem uma lista, que inclui cortes no Fies e no número de concursos públicos, além da redução de gastos com equalização de juros. Apenas a saúde ficaria fora das tesouradas, porque os gastos já estão no mínimo constitucional.

Sem espaço no Orçamento, técnicos da equipe econômica trabalham para retirar do papel medidas já anunciadas. Ganhou força a proposta de fazer concessões de rodovias apenas para conservação e operação, diante do risco de piora na malha federal por causa do contingenciamento orçamentário.

Na tentativa de reforçar a arrecadação, a União quer usar os bancos públicos para ajudar as prefeituras a concederem alguns serviços ao setor privado, como iluminação pública e saneamento.

Na construção civil, a ideia é acelerar a regulamentação do distrato (quando o cliente desiste da compra). A proposta está parada no Ministério da Justiça.

Geralda Doca, Bárbara Nascimento e Gabriela Valente - O Globo 

Essas aplicações do Google Play podem assumir o controle do seu telefone sem que você perceba

As centenas de aplicativos do Google Play possuem um malware perigoso que pode assumir o controle do seu smartphone Android sem que você nem perceba, os especialistas avisaram.


Os usuários do Android já baixaram as aplicações que caracterizam a tensão malvada de Xavier milhões de vezes da Google App Store. Ele foi projetado para evitar múltiplos métodos de detecção.

O malware rouba e desperdiça as informações confidenciais dos usuários, como endereços de e-mail e nomes de login do usuário, silenciosamente e furtivamente.

Também é capaz de baixar e instalar outros APKs e pode fazer isso sem a detecção se o seu smartphone Android tiver sido encaminhado.

O malware Xavier foi descoberto pela empresa de segurança Trend Micro, que encontrou mais de 800 aplicativos do Google Play com o código malicioso neles.

Os aplicativos afetados incluem manipuladores de fotos e trocadores de papel de parede e a Trend Micro publicou uma lista completa dos aplicativos incorporados no Xavier .

A empresa de segurança disse: "Embora tenhamos coberto as bibliotecas de anúncios mal-intencionados antes - notavelmente com o SDK do MDash - vem com alguns recursos notáveis ​​que a diferenciam da biblioteca de anúncios anterior.

"Primeiro, ele vem com um comportamento malicioso incorporado que baixa códigos de um servidor remoto e carrega e executa.

"Em segundo lugar, faz grandes esforços para proteger-se de ser detectado através do uso de métodos como criptografia de seqüência, criptografia de dados da Internet e detecção de emuladores".

A Trend Micro acrescentou: "As capacidades de roubo e vazamento da Xavier são difíceis de detectar por causa de um mecanismo de auto-proteção que permite escapar da análise estática e dinâmica.

"Além disso, Xavier também tem a capacidade de baixar e executar outros códigos maliciosos, o que pode ser um aspecto ainda mais perigoso do malware. O comportamento de Xavier depende dos códigos baixados e do URL dos códigos, que são configurados pelo servidor remoto. "

Xavier é o mais recente de uma série de malware que atingiu aplicativos Android disponíveis do Google Play.

No mês passado, os usuários de smartphones Android foram avisados ​​da tensão de malware Judy , que os especialistas temiam que infectassem mais de 36,5 milhões de dispositivos.


A campanha de malware de Judy produziu cliques de publicidade falsos para gerar receitas para aqueles por trás, de acordo com a empresa de segurança Check Point.

Os especialistas acreditam que 41 aplicativos que foram baixados até 18,5 milhões de vezes do Google Play espalharam o malware.

Foi nomeado após o personagem fofo 'Judy the chef' que apareceu em um grande número de aplicativos afetados.

A Trend Micro recomendou aos proprietários do Android que a maneira mais fácil de evitar malwares, como Xavier, não era baixar e instalar aplicativos de uma fonte desconhecida.

Eles disseram: "A maneira mais fácil de evitar um malware astuto como Xavier é não baixar e instalar aplicativos de uma fonte desconhecida, mesmo que sejam de lojas de aplicativos legítimos como o Google Play.

"Além disso, pode ajudar a ler comentários de outros usuários que baixaram o aplicativo. Outros usuários podem ser uma ótima fonte de insights, especialmente se eles podem apontar se um aplicativo específico exibe comportamentos suspeitos.

"Atualizar e corrigir dispositivos móveis também ajudará a manter o malware que almeja as vulnerabilidades a distância".

A Trend Micro disse que os usuários do Android no Sudeste Asiático foram os principais que foram vítimas do malware Xavier.

Menos downloads vieram dos EUA e da Europa.

Dion Dassanayake - Daily Express

Cientistas criam barulho inaudível que pode impedir grampos

Desenvolvido em uma universidade canadense, ele não é detectável pelo ouvido humano - mas embaralha gravações


Os microfones vêm de fábrica com um limite de frequência sonora que conseguem captar. A boa notícia é que, mesmo nos modelos mais comuns, esse valor é alto – ficando na casa dos 24 kHz. Como somos incapazes de ouvir frequências além de 20 kHz, dá e sobra. Isso nos permite gravar tudo que importa com um microfone simples.

Um trabalho desenvolvido na Universidade de Illinois, no entanto, encontrou uma forma de driblar o uso dessas ferramentas de gravação. O sistema desenvolvido pelos pesquisadores, chamado “BlackDoor”, transforma sons cotidianos, que poderiam ser gravados com gravadores comuns, em barulhos completamente inaudíveis para os humanos – mas ainda assim identificáveis por qualquer microfone.

“O segredo da técnica está em combinar vários tons que, ao interagirem com a mecânica do microfone, criam uma espécie de sombra sonora”, explica Nirupam Roy, um dos autores do estudo. A nova frequência criada, de 40 kHz, é transmitida por alto-falantes ultrassônicos – que entregam um “barulho branco” para os gravadores.

Os pesquisadores explicam que maquiar o som dessa forma pode ter várias aplicações práticas. Uma delas, por exemplo, seria impedir gravações indesejadas em concertos musicais ou salas de cinema. Assim, um espectador espertinho que tentasse registrar com o celular o que estava ouvindo para fazer uma cópia não autorizada, não conseguiria concluir a façanha.

O mesmo vale para conversas confidenciais. Se algum gravador espião tentasse registrar o papo privado, o registro seria atrapalhado por esse barulho de 40 kHz. Ao invés de aparecerem na forma original, as vozes ficariam gravadas como se fossem um barulho inaudível. Você pode ouvir um exemplo de “barulho branco”, que é como soaria uma gravação desse tipo, clicando neste link.

Tão interessante quanto impedir gravações piratas ou segredos de Estado de serem vazados é uma terceira aplicação tecnológica que os cientistas pretendem dar. Com a internet das coisas, estamos cada vez mais em contato com as máquinas por meio do som. Os comandos de voz que damos, e as respostas que recebemos dos eletrônicos, no entanto, muitas vezes estão carregadas de informações pessoais – que, no geral, é melhor que fiquem apenas entre nós e os robôs. Usando o “BlackDoor”, estaríamos completamente blindados dessa interferência de terceiros – pelo menos enquanto estamos trocando uma ideia com aquele site de compra ou com o GPS.

Guilherme Eler - Superinteressante

* Mas a super também tirou uma no corruPTo pois a foto é da matéria. Fora o balão, é claro..

Como funciona um Detonador TNT Looney Tunes-Style

É mais do que um interruptor grande


Se você já viu tanto como um desenho animado do Road Runner, você está familiarizado com o êxodo do antigo tempo que Wile E. Coyote usaria para detonar suas parcelas superproduzidas e pouco eficazes. Enquanto os desenhos animados podem ser a pedra de toque sobrevivente mais comum para a tecnologia, esses dispositivos eram muito reais, e seus interiores são bastante interessantes.

Como o Cody do Laboratório de Cody ilustra como ele desmantela o êmbolo de trabalho do seu avô (espero que não tenha sido valioso como um antigo!), A parte mais importante do dispositivo é muitas vezes omitida em desenhos animados onde a haste de metal é mostrada como lisa ou cilíndrica . Na verdade, esta haste está coberta de dentes porque faz parte de um sistema de cremalheira e pinhão que gira um dínamo, gerando uma corrente elétrica breve usada para detonar as tampas de explosão ligadas ao dispositivo.


O dínamo giratório é apenas metade da equação, no entanto. A segunda parte crucial é quando o fundo da haste empurra um pequeno pino de metal para outro, completando o circuito que envia a carga do dínamo para o fio. É um simples, mas brilhante, um pouco de design mecânico, e um pouco mais complexo do que o interruptor simples que você pode ter imaginado como um êmbolo ser quando você estava assistindo desenhos animados quando criança. Apenas tenha certeza de que você é cuidadoso se alguma vez vê uma na vida real. Com a explosão elétrica que esses bebês colocam, eles não precisam estar conectados à TNT para serem perigosos.

Fonte: Cody's Lab

Eric Limer - Popular mechanics

Conheça a próxima geração do carro a hidrogênio

Condução das células de combustível da Toyota e da próxima geração da Honda.


"Uma simples reação química entre hidrogênio e oxigênio gera energia, que pode ser usada para alimentar um carro, produzindo apenas água, não gases de escape". Esse foi George W. Bush em 2003, propondo US $ 1,2 bilhão para pesquisar automóveis com células de combustível. Seis anos depois, o presidente Obama matou esse financiamento, empurrando o carro de hidrogênio para a lista de tecnologia que era, e sempre seria, a cerca de dez anos de distância.

Enquanto isso, no Japão, Toyota e Honda estiveram no trabalho, gastando milhões em P & D para fazer o novo hidrogênio Mirai e Clarity. É mais razoável do que parece. Os carros com células de combustível são tão atraentes agora quanto durante o primeiro mandato de Bush. Ainda é a única maneira de obter uma condução de zero emissões com a conveniência da gasolina - puxar para a bomba, aguarde cinco minutos e fique a caminho. Mas com menos de 40 bombas públicas de hidrogênio nos Estados Unidos, os únicos clientes de Mirai e Clarity serão costeiros e nas grandes cidades. Pelo menos por enquanto. Dirigimos o Mirai em Los Angeles e a Clarity em Nova York, dois lugares prometendo construir mais estações de hidrogênio nos próximos dois anos, para avaliar a capacidade de condução atual dos carros.

Honda Clarity

A linha sensível do telhado de crossover-hatchback, a postura de condução vertical, para cinco adultos. Tudo faz você pensar: Seu Uber agora está chegando. Sim, um driver pode pressionar o botão do modo Esporte da Claridade e se divertir com as rampas. A direção e, especialmente, os freios se sentem tão naturais quanto os excelentes modelos de Honda da OPEP. Mas com mais de 4.000 libras e com um zero-para-60, estimaríamos perto de dois dígitos, você não conseguiu emoções de gasolina.


A Clarity vem em uma opção de corte que é carregada com tecnologia como aviso de partida de pista e travagem automática. Embalado em camurça feito de plástico reciclado, o traço digital tem uma bola que encolhe e se expande, treinando você para uma condução eficiente. Enquanto o desempenho não for uma prioridade, tudo isso se resume a uma grande quantidade de civilidade pelo preço, o que é um baixo nível de perda. Você não pode comprar uma Clarity-Honda diz que o MSRP atingiria cerca de US $ 60.000. Você aluga-o por cerca de US $ 3.000 e $ 369 por mês. Junto com o carro, a Honda lhe dá um cartão de crédito de US $ 15.000 para gastar em enchimentos de hidrogênio. E 21 dias de aluguer de automóveis de petróleo para viagens mais longas. E os californianos recebem um desconto de US $ 5.000. E um adesivo HOV. Escolha alguns turnos de turnê de fim de semana e a célula de combustível é mais barata do que uma atualização do iPhone. -Alexander George

Preço base: $ 369 por mês (apenas arrendamento)

Gama: 366 milhas

Os tanques traseiros de hidrogênio são cobertos em fibra de carbono e alumínio para proteger contra punções.

Toyota Mirai

Dirigindo para o norte de Los Angeles, percebo que o medidor de bateria marca algumas barras e experimenta a angústia familiar de ansiedade. Então, a exibição da bateria tira um golpe que nunca vi em um carro elétrico, subindo de volta para perto. O carro carregou-se. Tão legal.

O que realmente aconteceu é que as células de combustível da Mirai enviaram uma quantidade de eletricidade para compensar a bateria de níquel-metal-hidreto que alimenta o motor de acionamento de 153 cabos. As preocupações de alcance aliviaram, eu armar o pequeno Toyota em direção a uma rampa fora, suas células de combustível aumentando com um som que é como alguém cortando um gramado dois quarteirões. A aceleração é uma reminiscência de um pequeno diesel com excelente torque, boa diversão, uma vez que você sabe como usá-lo. Mas o Mirai é uma modesta configuração. A Toyota já está demonstrando as possibilidades de alta potência com um caminhão pesado. As células de combustível gêmeas naquele ventre fazem 670 cavalos de potência e 1.325 lb-ft de torque. Imagine isso em um Camry.


Algumas duzentas milhas depois, eu olho no espelho retrovisor para ver. . . Outro Mirai. Isso é um vislumbre do futuro? As pilhas de combustível, obviamente, funcionam. Mas a questão é a mesma agora, como era há uma década, antes da aquisição do EV - seja que algo no horizonte possa funcionar ainda melhor. -Ezra Dyer

Preço base: $ 57,500

Alcance: 312 milhas

COMO UMA FERRAMENTA DE COMBUSTÍVEL


Pense nisso como química que carrega a bateria de um veículo elétrico.

1 O hidrogênio dos tanques do carro e o oxigênio do exterior encontram-se nas células de combustível, uma fina membrana que separa os dois elementos.

2 O hidrogênio é atraído pelo oxigênio do outro lado, mas apenas o próton de hidrogênio, e não o elétron, pode passar para encontrar o oxigênio.

3 Não é possível passar, o elétron aumenta e circunda a membrana, que produz eletricidade para carregar a bateria que impulsiona o motor.


 
Popular mechanics

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Lula conta os dias de liberdade


Começou a contagem regressiva da primeira de uma série de condenações do “comandante supremo”, o desbragado faroleiro petista Lula, grande “chefe da quadrilha”, conforme denúncia dos procuradores federais. Na prática, ao pé da letra da lei, a corrupção do ex-presidente está fartamente evidenciada por provas documentais e testemunhais. Nem é necessário verificar a propriedade em seu nome do referido tríplex, alvo do processo em análise.

A simples e elementar demonstração de benfeitorias e modificações feitas no imóvel a seu pedido ou de sua família, como gratidão por préstimos, conforme relato dos empresários corruptores, já configuraria o crime. O empreiteiro Leo Pinheiro reiterou. Os fornecedores da obra idem. Os papéis de opção da compra rasurados foram parar na sua casa. Mas Lula seguiu fazendo cara de paisagem. Atribuiu à falecida esposa Marisa a explicação necessária pelo toma-lá-dá-cá. Nem corou de vergonha. Em compensação, soou banal e risível a desculpa com ares de lorota dos representantes legais de Lula, tentando imputar à Caixa Econômica a posse do comprometedor tríplex.

Alternativa logo desmentida pela instituição. Pouco importa! Não cabem mais tantas baboseiras e absurdos lançados pelo esquadrão do ex-presidente numa única ação com o objetivo de procrastinar, a qualquer custo, a sentença inevitável. Seguem na lista interminável de vantagens angariadas por Lula não apenas o apê, como o sítio, a remuneração milionária por palestras, a compra de terreno, a ajuda a parentes, a estocagem de bens, os desvios e caixa dois para campanhas eleitorais e um sem-número de delitos ainda não julgados.

Réu em cinco processos, o cacique do PT ainda arrota soberba. Diz que só ele e seu partido podem ensinar a como combater a corrupção. Distribui ditirambos. Tripudia de autoridades: “Se eles não me prenderem logo, eu é que vou prender eles”. E dá “lições” de indignação reclamando que “a desgraça tomou conta do País” desde que o PT deixou o poder. Um mestre do embuste, fanfarrão em decadência, hoje ele é levado a sério apenas por seguidores fanatizados que na sua fé cega exercitam a negação da bandidagem praticada sob as próprias fuças. Lula se regozija.

A recente mudança de foco e ataques para Temer, dada através da delação do empresário encalacrado Joesley Batista, serviu sob medida para proteger, ao menos temporariamente, o verdadeiro capo di tutti capi. A colaboração prestimosa do dono da Friboi virou piada corrente. Como “Dom” Lula, que comandou por 13 anos os desígnios nefastos do País teria perdido o trono de malversações para o infante mandatário Temer com menos de um ano de poder? Só nas mirabolantes e mal intencionadas versões de Joesley isso seria possível.

A conveniente transferência de status atende ao intento de obliterar investigações, especialmente sobre o BNDES que generosamente, nos tempos de Lula e Dilma, incensou a fulgurante trajetória do grupo dos irmãos Batista, entrando inclusive como sócio nas empreitadas. Os comparsas se protegem e atacam. Criaram uma grande pantomima para escamotear os acertos de coxia e desfiam mentiras que não param em pé.

Joesley informa apenas dois encontros com o cacique do PT. Lhe atribui menções vagas, como a da responsabilidade por institucionalizar a corrupção. Mas não lhe confere qualquer conversa “não republicana”. A condução oportunista de seus relatos é constrangedora. Lula, salvaguardado, tenta reacender o mito do herói dos pobres, ungido por desígnios sagrados, acima do bem e do mal – e de qualquer imputação de penas por erros que eventualmente tenha cometido. Tarde demais. Ele já está no patíbulo à mercê dos julgadores. Deverá, no mínimo, ficar inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Ou mofar na cadeia.

Carlos José Marques - Isto É
Vídeo: Londrinstant

Por dentro do KC-390: o maior, e melhor, avião feito no Brasil

Enquanto boa parte das forças aéreas no mundo continua usando o veterano Hercules como cargueiro, o Brasil foi pelo caminho mais difícil. E deu certo.


F-18 Hornet, F-35, Mirage 2000, Mig-35, Gripen NG. Se um dia você fundar um país e precisar de caças para as suas forças armadas, vai ter um monte de maravilhas tecnológicas como essas à sua disposição, que você poderá importar dos EUA, da França, da Rússia ou da Suécia por alguns bilhões de dólares a frota. Mas nem só de caças se faz uma força aérea. Você também vai precisar de helicópteros, de monomotores a hélice (para treinar os pilotos de caça) e, sobretudo, de cargueiros.

São os cargueiros que, com o perdão do trocadilho, carregam o piano de boa parte das operações militares: transportam soldados, armas, munições, gasolina, comida, blindados de combate e, não menos importante, ainda servem de posto de gasolina aéreo para os caças, já que são capazes de reabastecê-los com a ajuda de um tubo que liga o tanque do cargueiro ao do caça em pleno voo. Um avião de combate operando no máximo da potência chega a consumir uma tonelada de combustível a cada dois minutos. Os reabastecimentos aéreos, então, são fundamentais em combate.

Mesmo com essa importância toda, o mundo dos cargueiros nunca teve o glamour técnico do dos caças. Há mais de 60 anos, qualquer país que procure um cargueiro militar tem praticamente uma única opção nesse segmento, o lendário Lockheed Martin C-130 Hercules, um avião a hélice criado em 1954 – numa época em que o Fusca ainda era um importado de luxo no Brasil.

E é aí que entra o KC-390, o avião que protagoniza estas páginas. Enquanto outras nações vêm substituindo seus antigos Hercules por versões um pouco mais modernas do velho turboélice – caso das poderosas forças aéreas dos EUA e França -, a Força Aérea Brasileira (FAB) escolheu o caminho mais difícil: substituir sua frota de Hercules por um cargueiro completamente novo. Brasileiro. Feito pela Embraer.


A FAB encomendou 28 jatos, ao custo de R$ 7,2 bilhões. A expectativa da empresa, de qualquer forma, é bem maior: transformar o KC-390 no novo Hercules, na aeronave que todas as forças aéreas do mundo identificam com a palavra “cargueiro”. Isso significa, de acordo com a Embraer, vender 700 desses aviões mundo afora nos próximos 20 anos.

Trator com lasers

A Embraer jamais tinha produzido algo parecido com o KC-390. A empresa é especializada em jatinhos executivos e aeronaves comerciais de pequeno porte, para até 130 passageiros. Diante desses inocentes aviões civis, o KC é um trator – com lasers.

Para começar, parte da fuselagem dele é blindada, principalmente no cockpit dos pilotos. Outra defesa da aeronave são os sistemas para despistar mísseis. O avião lança tiras de alumínio no ar para iludir os foguetes guiados por radar, e fogos de bengala (espécie de fogos de artifício), que ludibriam os mísseis guiados por calor – os mísseis passam a correr atrás dos fogos, deixando o avião em paz. Tais sistemas de defesa, aliás, são dois recursos clássicos do Hercules, que um postulante a sucessor dele não poderia deixar de ter.

Também à imagem e semelhança do Hercules, o KC conta com uma rampa na parte de trás. Ela pode ser aberta durante os voos para lançar paraquedistas ou suprimentos, o que exige reforços na fuselagem para lidar com o tranco da turbulência. As asas, assim como no Hercules, ficam na parte superior da fuselagem, não no meio. Isso aumenta o espaço interno do avião e evita que os detritos das pistas rústicas danifiquem as turbinas – coisa que o Hercules não tem.

Outra coisa que o Hercules não tem é o fly-by-wire, aquele sistema eletrônico que substitui os velhos cabos e sistemas hidráulicos dos aviões de projeto mais antigo – caso do próprio Boeing 737, o avião mais utilizado no mundo.

O fly-by-wire é carne de vaca nos aviões comerciais há algumas décadas. Mas, como qualquer sistema eletrônico, sempre passa por atualizações pesadas. O fly-by-wire do KC, então, é de última geração. Conta com o que os especialistas chamam de full fly-by-wire. Ou seja: todos os controles das aeronaves são elétricos. Isso deixa o avião mais leve, pois dispensa cabos e outros mecanismos de comando – e o resultado é uma aeronave mais econômica, que gasta menos combustível.

Outra vantagem em relação ao Hercules é a velocidade máxima. Graças aos motores a jato ele alcança 870 km/h, contra 600 km/h do rival americano movido a hélice. O KC também tem mais capacidade de carga: 23 toneladas, contra 20 do Hercules. Com isso, ele consegue abrigar até 80 soldados, ou 74 macas – para o caso de missões de resgate de feridos.


Além das tarefas militares, aliás, o KC fará operações de busca e de combate a incêndios florestais. Todas essas tarefas descritas poderão ser realizadas pelo mesmo avião, bastando apenas modificar sua configuração interior, como incluir tanques de combustível ou de água.

Turbinas para a economia

O KC-390 começou a ser projetado em 2007, e só saiu definitivamente do papel em outubro de 2015, quando aconteceram os primeiros voos de teste. Mas ele ainda não entrou para a frota da FAB. Natural. Antes de um novo avião entrar em operação para valer, ele precisa passar por testes severos. Desde o início dos testes, os protótipos do KC-390 acumularam 720 horas de voo. Mesmo assim, a aeronave ainda precisa testar uma série de funções – principalmente as mais delicadas, como reabastecimento aéreo e pouso no gelo. Pelas contas da Embraer, o cargueiro deve estrear na Força Aérea em 2018, já com as 28 unidades que foram encomendadas.

O único comprador confirmado além da FAB é a Força Aérea de Portugal, que está em negociações adiantadas para adquirir cinco unidades –   Outros países já demonstraram interesse: Argentina, Colômbia, Chile, República Tcheca, Suécia e Alemanha. Se o avião fizer sucesso mesmo lá fora, as vendas podem gerar mais de R$ 200 bilhões em valores de hoje para a Embraer. E, de quebra, para boa parte da indústria brasileira. A montagem de aviões desse porte, afinal, demanda minas de titânio para a produção dos trens de pouso, placas de alumínio para a fuselagem, mais cientistas da computação, mais engenheiros. Enfim, ajudam a economia a levantar voo – justamente o que o País mais precisa neste momento. Boa sorte, KC.

Tiago Vinholes - Superinteressante

EUA têm nova droga ilegal: o “blood”, feito de sangue humano

Ampola contém sangue e outras 13 substâncias, como codeína e metanfetamina - e um detalhe que a torna ainda mais perigosa que as drogas comuns


A polícia de Bucks County, na Pensilvânia, foi a primeira a obter uma ampola da droga, que tem a aparência de um líquido vermelho e é conhecida como Blood (sangue, em inglês). É uma mistura de sangue humano com fentanyl, um analgésico opiáceo extremamente potente. Porém, testes realizados na amostra revelaram que, além de sangue e fentanyl, ela também continha codeína, efedrina, THC e metanfetamina, totalizando 13 substâncias.

Segundo a revista americana Popular Science, que relatou o caso, a ampola continha 11 miligramas de metanfetamina – uma dose inteira. Isso afasta a possibilidade de contaminação acidental (quando uma pessoa utiliza drogas injetáveis, uma pequena quantidade do seu sangue, incluindo resíduos de drogas, pode voltar para a seringa). Ou seja: alguém realmente misturou sangue humano com fentanyl e metanfetamina, com a intenção de criar uma nova droga.

Como é injetável, o Blood pode transmitir HIV e outros vírus, mas também apresenta um risco adicional: a incompatibilidade sanguínea. Se uma pessoa receber sangue de um tipo incompatível com o dela, isso irá disparar uma reação imunológica potencialmente letal – pois cria coágulos sanguíneos que podem levar a acidentes vasculares ou parada cardíaca.

Bruno Garattoni - Superinteressante

Vídeo chocante mostra agentes brutais da Coréia do Norte batendo uma mulher sem sentido enquanto a acusam de ter relações sexuais com homens chineses e sul-coreanos depois de fugir da ditadura


Terrorismo surgiu de agentes de segurança norte-coreanos supostamente batendo uma mulher acusada de ter relações sexuais com homens chineses e sul-coreanos depois de fugir de seu país de origem.

O vídeo de 2012 mostra a mulher sendo espancada repetidamente, enquanto suas mãos estão presas atrás das costas.


Um Agente de Segurança do Estado pode ser visto interrogando a mulher antes de presuntamente chutá-la no rosto e levantá-la pelos cabelos antes de empurrar o rosto para a parede.

O guarda repetidamente pergunta à mulher, que é acusada de fugir para a China da Coréia do Norte, se ela fez sexo com homens da China ou da Coréia do Sul.

A mulher nega as alegações.


O que parece ser sangue pode ser visto pingando na parede atrás dela.

Frustrado com as alegações de inocência da mulher, o guarda de segurança parece agarrar uma corda e estrangular a mulher, antes de soltar seu aperto.

A filmagem também mostra um homem, que também é acusado de fugir para a China, sendo torturado.


Um guarda é visto torcendo as pernas do homem com uma vara antes de forçá-lo a ficar de pé.

O guarda supostamente golpea o homem na parte de trás da cabeça e pescoço, acusando-o de derrubar uma foto do falecido Kim Jung-il.

Brianne Tolj - Daily Mail

O que eles estavam pensando?

Ria em voz alta as fotos provam que as pessoas bêbadas fazem as coisas mais estonteantes quando sob a influência


Qualquer um que teve alguns muitos copos de vinho sabe quão rapidamente a lógica pode sair da janela.


Não importa quão sensato suas idéias possam parecer quando você está completamente embriagado, com uma reflexão sóbria na fria e fria luz do dia você se pergunta: "o que diabos pensava?".


E é exatamente isso que essas pessoas devem estar pensando depois de terem observado esses hilares instantâneos na manhã seguinte à noite anterior.


De colocar montes de macarrão em uma torradeira para escrever notas embriagadas divertidas para seus seres sóbrios, essas ações bêbadas são altamente estúpidas - e altamente divertidas.






Bianca London - Daily Mail

domingo, 25 de junho de 2017

AMIZADE BANDIDA


Para não deixar o amigo que morreu numa trombada de moto que já está no colo do capeta, populares se encarregaram de envia-lo para junto do amigo.

O fato ocorreu no nordeste quando dois marginais bateram com a moto em um caminhão logo após um assalto.

Um deles ficou bom na porrada, pois bandido bom é bandido morto.

Baixe o vídeo AQUI pois a censura do iutoba já fala em cancelar minha conta. 
Tamanho: 8.9 MB

Londrinstant

Vídeo recebido por zapzap

CAPOTANDO ABISMO ABAIXO

Popularidade de Temer cai para 7% e maioria de brasileiros quer renúncia

 

Este nível é inferior aos 13% que a ex-presidente Dilma Rousseff tinha antes de sofrer o impeachment

A popularidade do presidente Michel Temer caiu para 7%, o pior número para um presidente nos últimos 28 anos, e 65% dos brasileiros querem a sua saída diante da crise política que o cerca por acusações de corrupção, segundo pesquisa do Datafolha publicada neste sábado.

Temer tinha 9% de aprovação antes de, em 17 de maio, ser revelada uma gravação em que parece dar o seu aval ao pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha e de o Supremo Tribunal Federal (STF) abrir uma investigação por corrupção, obstrução da justiça e organização criminosa.

Este nível é inferior aos 13% que a ex-presidente Dilma Rousseff tinha antes de sofrer o impeachment.

A gestão de Temer é considerada ruim ou péssima por 69% da população e regular por 23%.

Em abril estes índices estavam em 61% e 28%.

Apenas o presidente José Sarney teve uma popularidade mais baixa do que a de Temer, 5% em setembro de 1989, em meio à crise da inflação no país.

Renúncia e eleições diretas

Pela primeira vez desde que Temer assumiu o poder, o Datafolha analisou o apoio a sua possível saída.


Atualmente, 65% dos brasileiros acreditam que seria "o melhor" para o Brasil, enquanto 30% são a favor de sua permanência no cargo.

Embora Temer assegure ser vítima de um complô e tenha se negado a deixar a presidência, sua renúncia é defendida por 76% da população. Cerca de 20% é contra e 4% não soube responder.

Se Temer não renunciar, uma porcentagem ainda maior - 81% - é a favor da abertura de um processo de impeachment. O Congresso tem 20 solicitações nesse sentido, apesar de o procedimento ser longo.

E no caso do presidente deixar o poder por qualquer motivo, 83% dos brasileiros quer a realização de eleições diretas, enquanto somente 12% estão de acordo com eleições indiretas.

Se Temer cair, a Constituição estabelece que o Congresso deve escolher em um prazo de 30 dias a pessoa que irá substituí-lo para completar o mandato até o fim de 2018.

E próxima semana será especialmente delicada para Temer.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar até terça-feira uma ou várias denúncias formais contra o presidente, que devem ser analisadas por dois terços da Câmara de Deputados.

Se as denúncias forem validadas e aceitas pelo STF, Temer deverá se afastar do cargo por 180 dias.

A pesquisa do Datafolha foi realizada entre quarta-feira (21) e sexta-feira (23) com 2.771 entrevistados, com uma margem de erro de 2%.

France Presse - Correio Braziliense
 

Sin un pingo de vergüenza en la cara

Cristina Kirchner confirmado para ser um candidato e política remove Argentina


O expresidenta procura de uma vitória nas eleições intercalares de outubro como um primeiro passo para voltar ao poder em 2019

Muitos pensaram que Cristina Fernandez de Kirchner foi terminado com a derrota eleitoral de 2015, quando Mauricio Macri assumiu o poder contra todas as probabilidades no país do peronismo. Mas o ex-presidente de volta nos trilhos. Na noite de sábado, ele manteve o suspense até o fim, como sempre, decidiu ser candidato a senador da província de Buenos Aires, em outubro, de acordo com fontes confirmaram ao El Pais kirchnerismo. Se for alcançado um bom resultado será o líder indiscutível da oposição e do Senado ameaçam voltar ao poder em 2019 e desmontar um Macri.

um ano e meio atrás, a derrota nas mãos de Kirchner Macri foi um marco na América Latina. Foi o início do fim da década de ouro da esquerda latino-americana. Chávez perdeu as eleições legislativas na Venezuela, logo depois, e Evo Morales o referendo para ser reeleito na Bolívia. A torção parecia vitória definitiva do Pedro Pablo Kuczynski no Peru. Meses depois caiu Dilma Rousseff no Brasil com impeachment. O regresso de Nicolás Piñera no Chile é mais do que provável.

Mas as coisas, por alguns meses, não aparecem tão clara como antes. No Equador, ele venceu o candidato Rafael Correa, Lenín Moreno. Brasil Michel Temer é cada vez mais enfraquecido e muitas pesquisas mostram que Lula poderia voltar ao poder se os juízes não impedi-lo antes. Morales na Bolívia ainda sem rivais claras com uma avaliação alta. E na Argentina? Como sempre, nada é o que parece no país sul.

Se você olhar para os fatos frios, Macri é um dos presidentes latino-americanos mais bem cotados, mantém um apoio próximo a 50%, apesar da crise econômica no país e está enfrentando uma peronismo cada vez mais dividida. Argentina diria que a situação política é bastante controlada para o governo. Mas, para concluir que ele iria ignorar um fenômeno chamado Cristina Fernández de Kirchner.

"Um ano e meio atrás, eles disseram que era terminado, eles queriam jogar os kirchneristas. E eles disseram muitos dos prefeitos [prefeitos] agora adicionar ao seu movimento, porque eles viram em seus municípios tem um apoio de 40% e não faz sentido ir contra ela. Agora, tudo o que buscamos. Não há ninguém como ela ", diz um kirchnerista.

A ex-potência presidente deixou derrotados pela classe média, cansada de 12 anos de kirchnerismo, sua luta contra tudo e contra todos, e sua política econômica não ortodoxa que levou a cortar o financiamento internacional e limitar a compra de dólares, verdadeira obsessão argentina com algum capital. Ele tem uma enorme rejeição. Mas há também um 25% -30% dos argentinos adoram, e apoio não importa o que acontece. escândalos de corrupção em torno ou casos que têm afetado ela e sua família com várias ações judiciais não fazer um dente neste sector.

Após a derrota, ela refugiou-se no sul, na Patagônia, esperando que a crise econômica afundado pela imagem de Macri e recuperar o seu. E agora ele decidiu jogar para voltar para a primeira linha. Na terça-feira ele fez uma demonstração de poder com um banho de massas de 25.000 pessoas no estádio do Arsenal, que estavam lá só para vê-la. E agora lançar uma campanha que terá o protagonista máximo.

Se você ganhar, algo viável para o apoio que ele mantém nos subúrbios de Buenos Aires, a área mais afetada pela crise, Macri vai sofrer. Mesmo que seja segundo, ele vai entrar no Senado e será a principal atração, embora o golpe moral para o governo seria menos. Tudo gira em torno dele, mesmo a economia. Os investidores estão muito conscientes de seu retorno. "Antes de pedir-nos como nós estávamos indo para reduzir o déficit e agora quer saber o que vai acontecer nas eleições," o apoio da Casa Rosada.

Argentina está passando por uma grave crise, que já estava lá no final do mandato Fernandez de Kirchner, embora menos perceptível porque subsidia energia, por exemplo. A economia começa a melhorar, a última figura trimestral fala de um growth- 1%, mas quase ninguém percebe ainda. A classe média baixa está sofrendo muito inflação, gás subindo, electricidade, água, transporte, medo da perda do emprego. E é aí que ela se move confortável.

Kirchner é montado sobre a crise econômica que Macri ainda não foi capaz de resolver para tentar recuperar o poder com uma simples pergunta colocada nos bairros populares nas favelas, no coração do voto peronista: você vive agora melhor ou pior do que quando Cristina estava no poder? Ela é apresentada como um grande protetor, o estilo de Evita Peron, que sabia como cuidar de pessoas. "Eles têm perturbado a vida em sociedade. Com eles não temos futuro. Tornou-se o espectro do desemprego, a flexibilidade laboral, têm preços e taxas subindo rapidamente ", ele gritou cercado por fiéis na terça-feira.

Macri vive de expectativas. Uma percentagem significativa dos argentinos dizem em pesquisas que é pior do que antes, mas está confiante de que será melhor em um ano. Mas a paciência será esgotado com a persistência da crise e que percentual cai lentamente.

A chave de tudo é na província de Buenos Aires. Lá vive 40% do eleitorado do país. Macri é presidente porque o seu candidato a governador, María Eugenia Vidal, conseguiu contra todas as probabilidades para derrotar lá peronismo, que controlava a província desde o 80. E aí, novamente, onde esta nova mutação do peronismo é o kirchnerismo tenta iniciar reconquista do poder.

Isso pode não parecer fácil, porque Macri tem muitas coisas indo para ele. Mas o ex-presidente quer tentar. "Ela suporte em todo o país tem uma média de 28% a 30%, mas na terceira seção eleitoral [hiperpoblada e problemático área torno Buenos Aires] for superior a 40% da imagem positiva. E este apoio tem uma forte correlação com o nível de renda, é um esquema peronista típico: como você baixar o nível, mais apoio. O país está dividido entre aqueles que acreditam que seria melhor e aqueles que querem ir presa ", explica Eduardo Fidanza, diretor da Poliarquía, um dos maiores pesquisadores no país. "Nos últimos 25 anos a oferta peronista reuniu-se 60% dos votos na província de Buenos Aires. Porque é que o compromisso do governo à divisão máxima possível do peronismo. Só então tem uma chance de vencer Cristina "insiste Fidanza.

A estratégia tem funcionado até agora. Peronismo é dividido em pelo menos três: Cristina, com a sua lista de kirchneristas e alguns peronistas que finalmente se renderam à sua capacidade de energia -a eleitoral deste grupo para lutar e reunificar é infinito, como evidenciado pelo número dois da lista será Jorge Taiana, o ex-ministro das Relações Exteriores que foi expulso da Olympus kirchnerista em 2010- Sergio Massa, por outro lado, confrontado com o peronista Kirchner, e, finalmente, Florencio Randazzo, ex-ministro dos Transportes kirchnerista com um pequeno grupo de prefeitos.

Esta divisão deve favorecer o governo, mas o poder eleitoral do expresidenta é tal que ninguém se atreve a garantir sua derrota. O Executivo apresenta seu ministro da Educação, Esteban Bullrich, a cara, mas é claro que Macri eo próprio Vidal, governador altamente valorizados, arcar com o ônus da campanha contra Cristina.

Na Casa Rosada eles tentam tranquilizar os investidores e para quem pede. Embora Cristina venceu em Buenos Aires, dizem eles, você não tem chance de voltar ao poder em 2019 pela rejeição gerada. Em um segundo sistema rodada como a Argentina, a rejeição é quase tão importante quanto o apoio. Se ela fosse a 2019 contra Macri, na segunda rodada tudo o que eu detesto, mas não gosto muito Macri, estariam unidos contra ela e mais uma vitória daria o presidente, dizem.

É a explicação oficial, que tranquiliza o mais convencido. Mas após dar a ele por morto em 2015 e ver como revive em um estádio com 25.000 pessoas gritando em seu discurso como Evita Peron, temem o retorno triunfante de Cristina está sendo instalado na Argentina que foi mobilizado para lançar o seu poder. Sua, enquanto iludir e cantar "voltar". A campanha será longa e o resultado de 22 de Outubro vai marcar a presidência de dois anos que continuam a ser uma Macri.

Carlos E. Cué - El País

- Será que os portenhos também são tão ignorantes quanto os brasileiros?

O que é o ether, nova moeda virtual que cresceu 4.000% em seis meses e ameaça o bitcoin

Se na véspera do Ano Novo você tivesse comprado um ether por US$ 8 (cerca de R$ 26), hoje você poderia vendê-lo por US$ 340 (cerca de R$ 1.135).


Até dois meses atrás, o ether era apenas uma das mais de 762 criptomoedas que circulam na web - divisas virtuais que permitem realizar operações difíceis de serem rastreadas e que podem ser trocadas por dinheiro no mundo real.

O bitcoin surgiu nos últimos anos como principal referência no mercado de moedas digitais e segue como o mais valorizado, cotado a US$ 2.693,91 (cerca de R$ 9.000) por moeda.

No entanto, não é o único que está se beneficiando da procura por criptomoedas. Basta ver o exemplo do ether.

Desde o início do ano, a cotação do ether aumentou 4.250%, tornando-se a segunda moeda virtual mais valorizada no mercado, de acordo com o portal de comparação de dinheiro digital CryptoCurrency Market Capitalizations.

Mas, entre tantas opções, por que escolher o ether?

Restrições de uso

Diferentemente de outras criptomoedas, o ether está ligado a uma plataforma chamada Ethereum e só pode ser usado dentro dela.


O Ethereum, lançado em agosto de 2014, é um software que deve ser baixado e permite fazer aplicações descentralizadas ou do tipo dapps - ou seja, via aplicativos que operam "exatamente como os programas, sem possibilidade de interrupção, censura, fraude ou interferência de terceiros", nas palavras da associação suíça que regula a Fundação Ethereum.

A plataforma usa a tecnologia blockchain, conhecida pela segurança e discrição.

Ambos os atributos são considerados ideais para a criação de mercados digitais.

É possível, por exemplo, dar instruções de como você deseja movimentar certos montantes, no caso do euro superar a libra, e a plataforma se encarrega de que isso aconteça sem necessidade de intervenção humana.

Ether x bitcoin


Mas operar no Ethereum não ocorre de graça e o custo deve ser pago em ether.

Cada ação que a máquina executa pelo usuário tem um preço. De acordo com a fundação, a cobrança garante que os dapps criados na plataforma sejam de qualidade.

Durante a maior parte de 2015, o valor de ether não ultrapassou US$ 1.

De volta à véspera do Ano Novo, se você tivesse analisado as cotações passadas para decidir se valia a pena comprar ether, provavelmente teria desistido.

Na ocasião, 91,3% do mercado de criptomoedas era dominado pelo bitcoin, seguido pelo ripple (2,8%) e litecoin (2,15%). O ether representava apenas 1%.

Mas o quadro mudou: a fatia do bitcoin no mercado foi reduzida para 39,8%, enquanto a do ether subiu para 28,5%.

Segundo Garrick Hileman, historiador econômico da Universidade de Cambridge e da London School of Economics (LSE), há três razões para essa mudança.

"A primeira é que o bitcoin parou de inovar. A moeda está atingindo sua capacidade plena e está gerando debate sobre como aumentar essa capacidade", explicou Hileman à BBC.

O segundo motivo se refere às características "sofisticadas" do Ethereum, que permitem projetar esses dapps.

O mais importante, no entanto, é que os empreendedores descobriram as vantagens oferecidas pelo Ethereum para conseguir financiamento: a Oferta Inicial de Moedas (ICO, na sigla em inglês).

Novas criptomoedas


A ICO nada mais é do que uma forma de crowdfunding (financiamento coletivo): um empreendedor divulga sua ideia, cria uma criptomoeda e a vende para conseguir o dinheiro que tornará seu negócio realidade.

A vantagem para as startups é que, diferentemente de outras formas de financiamento, quem compra as moedas não recebe ações da futura empresa em troca.

O que eles ganham então? No futuro, quando a empresa estiver operando, o investidor poderá trocar sua moeda virtual por dinheiro real.

Mas por que você precisa do ether? Para comprar a criptomoeda criada pela startup.

"É por isso que a imprensa não escreve sobre isso, é muito complicado!", afirma Hileman.

De acordo com o professor, a ICO pode ser feita com qualquer moeda virtual, inclusive bitcoin. Mas a vantagem de usar o ether é que ele já vem com uma plataforma ideal para esse tipo de transação.

No caso das outras moedas, você precisa procurar onde fazer a ICO.


O ápice foi na semana passada, quando a startup Bancomar arrecadou US$ 144 milhões em poucas horas.

"As pessoas estavam especulando que a Bancomar criaria uma plataforma tão grande que o preço da moeda aumentaria fortemente", conta Hileman.

"As ICOs não são ilegais, mas não estão regulamentadas", lembra o professor sobre algo que pode representar um risco.

"Há ceticismo e dúvidas se as empresas que já fizeram vão devolver o dinheiro ou se essas ICOs estão arrecadando cifras demasiadamente altas", explica.

No momento, a expectativa é de que o espírito empreendedor faça o valor do ether continuar a subir.

Stefania Gozzer - BBC

O maior grupo de hackers do mundo pensa que a Nasa está prestes a anunciar a vida alienígena

Existem alienígenas? Muito possivelmente sim.


O grupo Hacktivist Anonymous, que já tomou tiros em Isis, Donald Trump e Westboro Baptist Church, afirmam que a Nasa está prestes a anunciar que descobriram a vida alienígena.

De acordo com o último vídeo do YouTube do grupo, durante a última reunião do comitê de ciência, espaço e tecnologia dos EUA, um porta-voz da Nasa, o professor Thomas Zurbuchen, afirmou:

    "Nossa civilização está à beira de descobrir evidências de vida alienígena no cosmos.

    Tendo em conta todas as diferentes atividades e missões que procuram a vida alienígena, estamos à beira de fazer uma das descobertas mais profundas e sem precedentes na história"

O Anônimo O site adiciona:

    "A evidência certamente parece implicar que algo está acontecendo nos céus acima.

    Custaria muito para as naves espaciais e um fluxo contínuo de impostos e os dólares do orçamento preto poderiam implicar um racional que há mais do que atende e o conhecimento público."



Pode parecer uma teoria exagerada, mas a evidência que apóia a vida extraterrestre está aumentando.

Na semana passada, a Nasa descobriu 219 novos planetas, dentre os quais 10 "planetas rochosos" como a Terra. Todos estes alegadamente existem na "zona Goldilocks", uma parte do sistema solar que não é nem muito próxima e, portanto, muito quente, ou muito longe e, portanto, muito frio.

Isso leva o número total de planetas descobertos pelo telescópio espacial Keplar para 4.034, das quais 50 são descritas pela Nasa como "Terra como".

No vídeo de 12 minutos abaixo, Anonymous explica em detalhes por que e como a vida alienígena pode existir.

O que você acha?


Bridie Pearson-Jones - indy100, Independent

O novo "mapa de perturbação" mostra efeitos nocivos da perda de floresta na Amazônia brasileira


À medida que o governo do Brasil retrocede da conservação da Amazônia, a necessidade urgente de uma proteção mais forte tornou-se mais aparente por um novo mapa de dados que evidencia o efeito decisivo da capacidade da floresta de absorver carbono, regular as temperaturas e sustentar a vida.

Lançado na terça-feira, o projeto Silent Forest Avalia a extensão eo impacto da degradação florestal - um fenômeno em grande parte feito pelo homem que é menos conhecido do que o desmatamento, mas é visto pelos cientistas como potencialmente mais um problema para o clima e a biodiversidade.

A degradação florestal é o desbaste da densidade das árvores e o abate da biodiversidade abaixo de um dossel aparentemente protegido - geralmente como resultado da exploração madeireira, do fogo, da seca e da caça.

É mais difícil monitorizar os satélites do que o desmatamento (a depuração total da folhagem) porque o dossel - quando visto de cima - aparece ininterrupto, mesmo quando muitas das plantas embaixo foram cortadas ou destruídas e o habitat de muitas espécies desapareceu .

Como resultado, é mais difícil enfrentar e tem sido negligenciado pelos decisores políticos, mesmo que os cientistas alertem para que isso possa ter um impacto maior na perda de biodiversidade e nas emissões de carbono.

Para chamar a atenção para as tendências e os riscos, o " mapa de perturbação " da Silent Forest destaca os pontos negros da degradação florestal (particularmente proeminentes perto de Santarem, Sinop e nas fronteiras dos estados do Pará e Maranhão), bem como áreas afetadas por estradas, Exploração madeireira e incêndios florestais, que tendem a se agrupar como resultado da atividade humana (muitas vezes ilegal).

Durante o 2015-16 El Niño, os incêndios afetaram 38 mil quilômetros quadrados da Amazônia brasileira - mais de cinco vezes a área classificada como desmatada. Em outras terras, os madeireiros se derrubaram sob o dossel para remover a madeira mais valiosa e as faixas foram divididas ou fragmentadas por estradas.

Isso cria um círculo vicioso porque a terra degradada é mais seca e resulta em chuvas mais baixas nas áreas circundantes, o que aumenta a vulnerabilidade ao incêndio e ao incêndio acidental.

"É aterrorizante ver a Amazônia degradada nesta medida", disse Jos Barlow, cientista da Universidade de Lancaster e um dos autores de um estudo-chave que está sendo usado para a visualização de dados. "Toda vez que vamos ao campo, medimos parcelas e achamos que a situação é muito pior do que antes, mas nada está sendo feito sobre isso".

Ele e os outros cientistas que estão por trás da visualização de dados esperam que a nova ferramenta guie os formuladores de políticas para enfrentar as múltiplas causas da degradação florestal.

Thiago Medaglia, coordenador da plataforma Silent Forest, disse: "A visualização de dados de estudos científicos é um passo importante na luta pela conservação da floresta. Agora, é possível não só visualizar os impactos do desmatamento na Amazônia, mas também os da degradação ".

Eles também adicionaram informações sobre a perda de biodiversidade para ampliar o público potencial. Os amantes dos pássaros, por exemplo, ficarão alarmados ao descobrir que alguns dos piores incêndios do ano passado ocorreram no habitat do trompetista com asas pretas altamente ameaçadas no leste da Amazônia. A espécie - que contou com apenas 100 ou 200 indivíduos - é agora considerada a mais provável de extinção no futuro próximo.

No ano passado, uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que as áreas do estado do Pará com os mais altos níveis de proteção ainda perderam entre 46% e 61% de seu valor de conservação como resultado da degradação.

Jonathan Watts - The Guardian

sábado, 24 de junho de 2017

Polícia Federal conclui que não houve edição em áudio de Joesley e Temer

Não está claro se áudio periciado é o mesmo divulgado no jornal


A perícia da Polícia Federal foi concluída nesta terça-feira (23) e concluiu que não houve edição no áudio da conversa entre o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, e o presidente Michel Temer, no Palácio do Jaburu, no dia 7 de março.

Ainda não ficou claro se o áudio periciado pela Polícia Federal é o mesmo divulgado em primeira mão pelo jornal O Globo, no qual peritos como Ricardo Molina identificaram mais de 50 edições, ou o áudio original, que foi apresentado depois pelo delator, juntamente com o gravador que utilizou.

Os peritos identificaram mais de 180 interrupções ‘naturais’ na gravação, foram periciados quatro áudios. Segundo a perícia, o gravador utilizado por Joesley tem um dispositivo que para de gravar automaticamente em momentos de silêncio e volta a gravar quando identifica algum som.

O relatório da Polícia Federal será entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima segunda-feira (26).

Diário do poder

A Bacia Amazônica tem a maior área com risco de erosão do mundo

Esse é um dos resultados do primeiro mapeamento global das áreas com maior erosividade. O risco pode se intensificar com as mudanças climáticas


Um grupo de pesquisadores, com participação de brasileiros, publicou hoje (dia 23 de junho) o primeiro mapa mundial com vulnerabilidade à erosão. O estudo é um esforço de vários centros de pesquisa de dezenas de países, como Itália, Suíça, Austrália, Áustria, Coreia do Sul, Índia e Kuwait. O mapa mostra o que os pesquisadores chamam de erosividade. Ela é o potencial da chuva de causar a erosão do solo. O mapa foi publicado em um artigo da revista Scientific Reports, da Nature.

“Este artigo apresenta o primeiro mapa mundial de erosividade, baseado em dados de precipitação de alta resolução temporal”, explica um dos autores, Paulo Tarso Sanches de Oliveira, professor de hidrologia e recursos hídricos da Universidade Federal de Mato Grosso. “A erosividade das chuvas quantifica o efeito climático sobre a erosão hídrica. Isso é de grande importância para cientistas do solo, stakeholders, agrônomos, hidrólogos e cientistas ambientais em geral. Além disso, é fundamental para uma nova avaliação dos impactos globais da erosão do solo, prevenção de riscos naturais, conservação do solo e água, segurança hídrica e alimentar.”

O mapa mostra em azul-escuro as áreas onde a chuva tem maior potencial para arrancar o solo. Elas se concentram na faixa tropical do planeta. A maior parte dessas áreas está no Brasil. A Bacia Amazônica tem a maior extensão de terras com alta erosividade do planeta.

“A Bacia Amazônica e a Região Norte como um todo possuem os maiores valores de erosividade observados no Brasil”, diz Paulo. Isso se deve pelos grandes acumulados de chuva verificados na região, que, no período de 1980 a 2013, foram de aproximadamente 2.200 milímetros por ano. De forma comparativa, no mesmo período a Região Nordeste apresentou média de 900 milímetros por ano. Os maiores valores médios de erosividade encontram-se em regiões tropicais. Com relação aos continentes, a América do Sul também apresenta os maiores valores médios de erosividade. “Isso indica que essas regiões com elevada erosividade da chuva e que estejam ocupadas por agricultura, por exemplo, precisam manter práticas de conservação do solo eficientes, garantindo boa cobertura do solo e favorecendo infiltração, tais como plantio direto, cultivo em nível e terraceamento”, afirma Paulo. “Caso contrário, vão intensificar o processo de erosão do solo.” A região litorânea do Sudeste e do Sul do Brasil apresenta valores intermediários de erosividade, principalmente nas regiões montanhosas.

O levantamento foi feito a partir da intensidade dos eventos de chuva forte isolados em cada lugar. O índice de erosividade corresponde à energia cinética por milímetro de chuva por hectare por hora no ciclo de um ano. “O índice de erosividade da chuva é calculado pelo produto da energia cinética da chuva e pela intensidade máxima do evento de chuva em 30 minutos”, explica. Os valores são calculados para cada evento individual de chuva erosiva. Posteriormente, os pesquisadores calculam o valor anual e fazem um levantamento da média de vários anos. 

O estudo calculou apenas o potencial de erosão. Para saber da erosão ocorrida de verdade, é preciso considerar outros fatores como características do solo, topografia do terreno, uso e ocupação do solo e práticas de manejo. Mas a erosividade, como depende das chuvas, é vulnerável às mudanças climáticas. Alterações no regime de chuvas podem aumentar esse potencial. Em várias regiões do mundo, o aquecimento global aumenta a intensidade das chuvas. Com isso, elas passam a ter um poder maior para arrastar a camada superficial do solo.

ALEXANDRE MANSUR - Época